Podem acreditar, ou não, o resultado é o mesmo, mas só bebi este vinho uma única vez. Já lá vão quase dois anos e foi aqui. De lá até cá, mais nada com o mesmo nome entrou pela minha boca. As razões, perdoem-me o bocejo da repetição, são as que são: nada de justificável. Resumem-se, apenas, a maluqueiras e snobeiras de aprendiz de escrivão.
Reportando ao vinho, sei que estão desejosos de ler algumas palavrinhas, dir-vos-ei que é branco que surpreendeu pela frescura, pelo corpo, pela estrutura. E calhou que nem ginjas ao servir de complemento a mais uma refeição de povo, grosseira e sem grandes cuidados no acabamento: Porco, massa, salada. Típica refeição de início de semana.
E o vinho, o tal que deu o mote a mais uma deambulação linguística, continua no copo e pelo que estou a ver irá fazer companhia durante os próximos tempos. E, sem qualquer favor, assumo publicamente que gostei.






5 comentários:
É um vinho que não desilude e não complica. Como dizes ideal para refeições de início de semana sem grandes preocupações.
Concordo contigo. O Cortes de Cima tinto é outro vinho que nunca desilude.
E verdade, sempre fiquei agradado com o Cortes de Cima tinto normal. Um vinho fino.
São vinhos essenciais para o dia-a-dia. Nunca falham.
Provei o Cortes de cima branco e é uma delicia, num dia de sol nem precisa de acompanhante...vai sozinho. Tenho que redescobrir a gama cortes de cima porque me aliei um pouco, mas sempre achei vinhos extremamente gastronómicos e a primar pela frescura num alentejo quente :)
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